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sábado, 8 de novembro de 2014

Governo lança Fies para mestrado e doutorado A nova modalidade terá 31,6 mil potenciais beneficiários, matriculados em mais de 600 programas de pós-graduação de cerca de 170 instituições privadas

O ministro da Educação, Henrique Paim, anunciou, na terça-feira (1), a ampliação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para a pós-graduação. Ele informou que o sistema será aberto nesta semana para adesão das instituições privadas e, depois, para adesão dos estudantes. Em seguida, a inscrição manterá fluxo contínuo. “Existe uma demanda importante, principalmente de alunos de cursos de mestrado profissional”, observou o ministro.
Ele disse que o financiamento já estava previsto há algum tempo e que, durante o período, houve definições para a nova modalidade, incluindo a integração entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), agente operador do Fies.
O presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, lembrou que a iniciativa atende a uma demanda antiga das instituições não públicas. “É um passo importante para que os estudantes matriculados nos cursos de mestrado e doutorado dessas instituições se candidatem ao financiamento. Este é mais um avanço na reconhecida pós-graduação brasileira.”
Para Jorge Guimarães, a iniciativa deverá ampliar a apresentação de propostas de pós-graduação stricto sensu dessas instituições à Capes e estimulará, também, a expansão de cursos de mestrado profissional, pois os estudantes dessa modalidade serão contemplados igualmente como os matriculados em mestrados e doutorados acadêmicos.
Fies - A possibilidade de financiamento para os cursos não gratuitos de mestrado acadêmico e profissional e de doutorado foi introduzida pela Lei nº 11.552/2007, que alterou a Lei do Fies (Lei nº 10.260/2001), condicionado, entretanto, à disponibilidade financeira do fundo. A partir de agora, as instituições mantenedoras com cursos recomendados pela Capes poderão aderir ao Fies da Pós-graduação. A portaria que regulamenta a adesão das mantenedoras foi assinada pelo ministro durante a cerimônia.
A nova modalidade do Fies terá 31,6 mil potenciais beneficiários, matriculados em mais de 600 programas de pós-graduação stricto sensu ofertados por cerca de 170 instituições privadas. O Fies da Pós-graduação não atenderá cursos de especialização (lato sensu) nem cursos de ensino a distância. Alunos já contemplados com bolsas da Capes pelo Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições de Ensino Particulares (Prosup) não poderão solicitar o financiamento.

Da Redação da Agência PT, com informações da Agência Brasil
Fonte: http://www.pt.org.br/

domingo, 2 de novembro de 2014

UFPA divulga edital do vestibular 2015

á está disponível no site do Centro de Processos Seletivos da Universidade Federal do Pará (Ceps/UFPA) o edital do Processo Seletivo 2015 (PS 2015) da Instituição. O documento dita as regras para a oferta das 6.698 vagas de 164 cursos de graduação que estão disponíveis para o próximo ano. As inscrições para o PS 2015 acontecem de 4 a 20 de novembro no site do Ceps.
Assim como no ano passado, 80% das vagas (5.487) serão preenchidas por meio do vestibular anual e os 20% restante (1.211) serão preenchidos por meio do Sistema de Seleção Unificada (SISU), em edital próprio. O que significa que os candidatos podem disputar vagas em ambos os processos seletivos.
Além disso, as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que estão marcadas para os dias 8 e 9 de novembro, equivalem a única etapa de seleção para o ingresso na UFPA. A exceção são os candidatos aos cursos de Artes Visuais, Dança, Música e Teatro, os quais precisam passar por Exames de Habilidades, já agendados para o dia 14 de dezembro.
Inscrição e isenção – As inscrições para o PS 2015 acontecem unicamente pelo endereço eletrônico do Ceps e apenas quem se inscreveu no Enem poderá participar. Por outro lado, estar inscrito no Enem não garante aos candidatos inscrição automática na federal paraense. É preciso que os estudantes que desejam ingressar na UFPA preencham o sistema de inscrição no site do Ceps.
“Recomendamos que os candidatos observem com atenção os dados fornecidos no momento da inscrição, em especial o número de CPF e o número de inscrição no Enem. Isso porque usamos estas informações para obter as notas dos candidatos no Enem. Se ocorrerem erros em relação a estes dados, o candidato não constará como inscrito no nosso Processo Seletivo”, detalha  a diretora do Ceps, Marilucia Oliveira.
De acordo com a legislação vigente, todos os estudantes oriundos de escola  pública ou os que cursaram todo o ensino médio em escolas privadas, na condição de bolsistas, estão isentos da taxa de inscrição, que custa R$ 25,00.
Cotas – No ato da inscrição, os candidatos também precisam indicar em que condições desejam concorrer às vagas, ou seja, se desejam participar do Sistema de Cotas. Os percentuais de reserva de vagas foram mantidos.
Tanto na seleção via Enem quanto na seleção via Sisu, a reserva de vagas garante que 50% das oportunidades ofertadas a cada ano sejam reservadas a estudantes que cursaram todo o ensino médio na rede pública de ensino (cota escola). Dentro deste grupo, cerca de 40% das vagas são destinadas para candidatos da rede pública que se autodeclaram negros, pardos ou indígenas (cota escola pretos, pardos e índios).
Sendo que a 25% das vagas destes dois tipos de cotas são reservadas a cota renda, ou seja, específicas para quem cursou o ensino médio na rede pública e afirma ter renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo (cota escola - renda) ou que estudou o ensino médio na rede pública; se autodeclara negro, pardo ou indígena; e afirma ter renda familiar per capita de até 1,5 salário mínimo (cota pretos, pardos e índios - renda).
Para o PS 2015, há 2.745 vagas ofertadas pelo sistema de cotas sendo: 179 vagas para a cota pretos, pardos e índios – renda; 367 para a cota escola renda; 999 para a cota pretos, pardos e índios; e 1.200 para a cota escola; além das 2.742 vagas que não são reservadas ao sistema de cotas.
Novos cursos e número de vagas – Se somadas, as vagas ofertadas pelo PS 2015 (5.487), pelo SISU 2015 (1.211), pelos Processos Seletivos Especiais (1.035) e pelos Processos Seletivos á Mobilidade Interna (Mobin) e Externa (Mobex) - 774 -, ao todo, a Instituição abre 8.507 oportunidades de ingresso no ensino superior público em 2015. Ou seja, 244 vagas a mais que as 8.263 ofertadas para 2014.
Já entre os 164 cursos ofertados, há cinco que aparecem pela primeira vez no Processo Seletivo Anual da UFPA (PS). São eles: Ciência e Tecnologia, Engenharia de Materiais e Tecnologia de Geoprocessamento, ofertados no campus de Ananindeua; Engenharia Ferroviária e Logística, ofertado em Belém; e Engenharia de Exploração e Produção de Petróleo, ofertado no Campus de Salinópolis.
A pró-reitora de Ensino de Graduação da UFPA (Proeg), Lúcia Harada, explica que a Universidade têm se empenhado para a melhoria contínua dos cursos, pelo aumento do número de opções de graduações disponíveis e pelo aumento de oferta de vagas nos já existentes.
“Para 2015, temos a ampliação de, aproximadamente, 240 novas vagas na UFPA e a oferta de dois cursos inéditos na região norte: Engenharia de Exploração e Produção em Petróleo e Tecnologia de Geoprocessamento. Com a criação, em 2013, dos dois novos campi, Ananindeua e Salinópolis, e os planos de expansão nos campi de Altamira e Tucuruí, novos cursos estão sendo previstos para serem ofertados nos próximos dois anos”, adianta a pró-reitora.
A expectativa da Universidade é que o número de inscritos no PS deste ano seja, pelo menos, 30% superior ao do ano passado, quando mais de 134 mil estudantes se inscreveram na UFPA.
“Isso porque mais de 433 mil estudantes paraenses se inscreveram no Enem este ano. Cem mil a mais que os 330.030 que se inscreveram em 2013. Se no Pará, o aumento de inscritos é de 31,46% e na região norte o percentual de inscrições aumentou 27,36%, em relação a 2013, provavelmente também refletiremos este aumento”, estima  o assessor da Proeg, Mauro Magalhães.
Serviço:
Edital do Processo Seletivo 2015 da UFPA (PS 2015)
Período: 4 a 20 de novembro
Local: Site do CEPSTaxa de Inscrição: R$ 25,00
Prazo de Pagamento da taxa de inscrição: Até o dia 21 de novembro.
Informações: (91) 3201.7266 / 3201.8386 / 3201.8387 ou na página do concurso.
Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA (Fonte: http://www.ceps.ufpa.br/index.php/processo-seletivo-especial/214-ps-2015)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Exames Proficiencia
O Programa INGLÊS SEM FRONTEIRAS (IsF) é uma iniciativa do Ministério da Educação que tem como objetivo principal incentivar o aprendizado do idioma inglês, bem como propiciar uma mudança abrangente e estruturante no ensino de idiomas estrangeiros nas universidades do País como um todo. O IsF visa também a oferecer aos candidatos a bolsa de estudo do Programa Ciência sem Fronteiras a possibilidade de aperfeiçoamento na língua inglesa de maneira mais rápida e eficiente, de modo que esses candidatos tenham melhores condições de participar dos intercâmbios oferecidos Assim, o IsF propiciará a capacitação de estudantes de graduação e de pós-graduação das instituições ensino superior públicas e privadas para que eles possam alcançar o nível de proficiência exigidoas nos exames linguísticos para o ingresso nas universidades anglófonas.
- Para saber mais sobre cada ação do IsF, clique em AÇÕES.
- Se deseja verificar como você pode ser beneficiado, entre outras perguntas mais frequentes, entre em FAQ.
- Acesse na íntegra a Portaria que institui o Programa.
- Para acessar o curso My English Online, saber quais lugares são aplicadores dos testes de proficiência e nivelamento em inglês, ou acessar as páginas das instituições parceiras ou das ações específicas do IsF, clique em aqui.
- Acesse o SISTEMA de inscrição à aplicação dos testes de proficiência/nivelamento do IsF.
- Se você é um coordenador IsF e deseja acessar o sistema gestor, entre no ambiente RESTRITO.
fonte: http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/ingles-sem-fronteiras

segunda-feira, 24 de março de 2014

MINUTA PORTARIA DE LOTAÇÃO Nº /2014 – GS/SEDUC-PA


Dispõe sobre critérios a serem adotados para lotação de pessoal nas Unidades Administrativas e Escolares da Secretaria de Estado de Educação para o ano de 2014.


O Secretário de Estado de Educação, usando de suas atribuições e,
Considerando a Lei nº 9.394/1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional;
Considerando a Lei n.º 11.494/2007, que instituiu o Fundo Nacional para Desenvolvimento da Educação Básica – FUNDEB;
Considerando a Resolução CNE/CEB nº 02/2009, que fixa as Diretrizes Nacionais para os Planos de Carreira e Remuneração dos Profissionais do Magistério da Educação Básica Pública;
Considerando a Lei n.º 7.442/2010, que Dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Profissionais de Educação Básica da Rede Pública de Ensino do Estado do Pará;
Considerando a Resolução n.º 01/2010 – CEE/Pa, que dispõe sobre a Regulamentação e a Consolidação das Normas Estaduais e Nacionais Aplicáveis à Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino do Pará;
Considerando a política do governo do Estado implementada pela Secretaria de Estado de Educação de Valorização dos Profissionais da Educação para assegurar formação, acompanhamento e avaliação sistemática da prática educativa dos profissionais da Educação, de modo a promover avanços contínuos na melhoria da qualidade de ensino;
Considerando a importância em priorizar o quadro permanente dos profissionais nas unidades escolares, assegurando que os interesses e objetivos fundamentais da Educação Básica sejam o compromisso dos professores;
Considerando a necessidade de organização pedagógica das unidades escolares da Rede Pública Estadual vinculada a Secretaria de Estado de Educação do Pará;
Considerando a necessidade de estabelecer critérios que regulamentem a distribuição dos componentes curriculares no quadro de horários e a alocação de professores nas unidades escolares da Secretaria de Estado de Educação;

RESOLVE:

Art. 1º Disciplinar a lotação de pessoal nas Unidades Administrativas e Escolares da Secretaria de Estado de Educação.
Art. 2º A lotação de pessoal será efetivada mediante oferta gerada pelas Unidades Escolares, pela demanda das Unidades SEDUC na Escola/ USE’s, Unidades Regionais de Educação/URE’s e demais Unidades Administrativas.

CAPÍTULO I
DA LOTAÇÃO EM REGÊNCIA DE CLASSE

Art. 3º A jornada de trabalho do professor em regência de classe será de 20, 30 ou 40 horas semanais, constituída de hora aula e hora atividade, sendo que a hora atividade corresponde a 25% (vinte por cento) da jornada de trabalho e deverá ser cumprida preferencialmente na escola, obedecendo-se os limites abaixo:

I – O professor lotado na jornada de 20 horas semanais ou 100 horas mensais, em regência de classe, ministrará 15 horas aulas e 5 horas atividades semanais ou 75 horas aulas e 25 horas atividades mensais, com a remuneração correspondente a jornada.
II – O professor lotado na jornada de 30 horas semanais ou 150 horas mensais, em regência de classe, ministrará 22 horas aulas e 8 horas atividades semanais ou 110 horas aulas e 40 horas atividades mensais, com a remuneração correspondente a jornada.
III – O professor lotado na jornada de 40 horas semanais ou 200 horas mensais, em regência de classe, ministrará 30 horas aulas e 10 horas atividades semanais ou 150 horas aulas e 50 horas atividades mensais, com a remuneração correspondente a jornada.

§ 1º O enquadramento dos professores é condicionado a carga horária atual, tendo como base o contracheque de março de 2014.
§ 2º Toda carga horária que exceder aos limites estabelecidos nos incisos deste artigo será remunerada como aula suplementar, obedecendo-se os intervalos abaixo:
a) de 80h até 105h mensais: serão enquadrados na jornada de 100h mensais;
b) 115h a 145h mensais: serão enquadrados na jornada de 150h mensais; e,
c) 155h a 190h mensais: serão enquadrados na jornada de 200h mensais.

§ 3º Não será permitida carga horária inferior ao limite mínimo da jornada de 20 horas semanais, ou seja, 75 horas mensais, em regência de classe.

Art. 4º Após o enquadramento da jornada de trabalho, novas aulas suplementares concedidas estão sujeitas a alteração de acordo com a necessidade de distribuição de carga horária e deverão ser inseridas nas turmas no sistema Quadro de Horário.

CAPÍTULO II
DOS CRITÉRIOS DE PRIORIDADE

Art. 5º A lotação de pessoal nas Escolas e Unidades Administrativas da SEDUC será procedida de acordo com a seguinte ordem de prioridade:
I – servidores efetivos;
II – servidores estatutários não estáveis;
III – servidores temporários.

Art. 6º A alocação de professores nas escolas públicas estaduais deve ser feita de acordo com a habilitação do professor no sistema Quadro de Horário nas disciplinas constantes da Matriz Curricular cadastradas no Sistema de Informação de Gestão Escolar do Pará – SIGEP, e dependerá do número de turmas ofertadas, obedecendo à seguinte ordem de prioridade:
I – Professores efetivos com jornada de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais;
II – Professores efetivos com jornada de trabalho de 30 (trinta) horas semanais;
III – Professores efetivos com jornada de trabalho de 20 (vinte) horas semanais;
IV – Professores efetivos, com carga horária SUPLEMENTAR;
V – Professores TEMPORÁRIOS.

§ 1º Independente do número de vínculos e resguardados os interesses da Administração, a lotação dos professores será, prioritariamente em sala de aula, e preferencialmente em uma única unidade de ensino, obedecida a jornada de trabalho mínima de 20 (vinte) horas semanais, que poderá ser alterada até o limite de 40 (quarenta) horas semanais.

§ 2º Para concentração da carga horária do Professor em uma única unidade de ensino, deverá ser observada a seguinte ordem de prioridade:
a) Vínculo Funcional, de acordo com o estabelecido no art. 5º desta Portaria;
b) Habilitação específica na disciplina;
c) Maior carga horária na Escola.
d) Titularidade
e) Maior tempo de efetivo exercício na Escola;

§ 3º A alocação de professores efetivos será realizada pela própria escola, viabilizada pelo Sistema Quadro de horários, obedecido os limites mínimo e máximo da jornada em que estiver enquadrado.

§ 4º A lotação de professores em escolas que ainda oferecem educação infantil e os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º) deve ser feita com professores licenciados em Pedagogia ou professores com nível médio, na modalidade normal, preferencialmente efetivos.

§ 5º A prioridade de lotação dos docentes da rede tecnológica, em disciplinas específicas da base tecnológica, além da situação funcional e titularidade, fica condicionada ao preenchimento da carga horária da disciplina objeto do concurso, a habilitação compatível com o perfil da disciplina, ao perfil do curso, a legislação pertinente, normas do Conselho Estadual de Educação e Entidades de Classe responsáveis pelos respectivos cursos (COREN,COFEN,CREA,CRC, entre outros).

CAPÍTULO III
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Art. 7º A lotação dos professores na modalidade de Educação Especial (Atendimento Educacional Especializado/AEE) será definida considerando suas competências, conforme Decreto Federal n.º 7.611/2011, obedecendo aos seguintes critérios:

I – Lotação de professor em Sala de Recursos Multifuncionais: será lotado 01 (um) professor para cada unidade escolar que possua sala de recursos multifuncionais para atender em um turno, com 04 horas diárias, que corresponde a jornada de 20 horas semanais ou em dois turnos, com 08 horas diárias, que corresponde a jornada de 40 horas semanais, obedecido o número mínimo de 08 alunos e o máximo de 12 alunos por cada turma;

II – Lotação de professor no serviço de itinerância: será lotado 01 (um) professor na escola que sedia a USE ou na Escola Sede dos Municípios fora da Região Metropolitana de Belém e deverá atuar nas escolas em que não houver Sala de Recursos Multifuncionais ou em que as mesmas não forem suficientes para suprir a demanda, no âmbito do município ou da USE.

§ 1º A lotação dos professores nas Unidades Especializadas/UEES, Conveniadas ou Unidades Escolares, para o atendimento de alunos com deficiências, será feita com a jornada de 20 (vinte) ou 40 (quarenta) horas semanais, com as vantagens de magistério, de acordo com as ações previstas no Projeto Político Pedagógico da Unidade devidamente atualizado, previamente autorizada pela Coordenadoria de Educação Especial / COEES e Diretoria de Educação para a Diversidade, Inclusão e Cidadania – DEDIC.

§ 2º O professor do Programa de Reeducação Psicomotora – PRP poderá ser lotado na jornada de 20, 30 ou 40 horas semanais, com as vantagens do magistério em educação especial, mediante a autorização da Coordenação do PRP e da SAEN, obedecendo aos seguintes critérios:

a) professor na jornada 20 (vinte), 30 (trinta) ou 40 (quarenta) horas semanais para atender até 15 (quinze), 30 (trinta) ou 45 (quarenta e cinco) alunos, respectivamente, em atendimento nos Subprogramas de Ginástica Especial (SGE), Natação Especial (SNE), Atendimento ao Asmático (SAMA);
b) professor na jornada 20 (vinte), 30 (trinta) ou 40 (quarenta) horas semanais para atender até 10 (dez), 20 (vinte) ou 30 (trinta) alunos, respectivamente, no Subprograma de Atendimento a Gestante (SAG);
c) professor na jornada de 20(vinte), 30 (trinta) ou 40 (quarenta) horas semanais para atender até 05 (cinco), 10 (dez) ou 15 (quinze) alunos, respectivamente, no Subprograma de Atendimento a Deficiente (SAD).

CAPÍTULO IV
DOS CRITÉRIOS DE LOTAÇÃO NOS ESPAÇOS PEDAGÓGICOS

Art. 8º A lotação nos Espaços Pedagógicos (laboratórios de informática, salas de leituras e laboratórios multidisciplinares) previstos no Projeto Político Pedagógico de cada Escola, somente ocorrerá ao professor que tiver carga horária em regência de classe e ocorrerá na jornada de 30 (trinta) horas semanais nos turnos da Manhã ou da Tarde, e no turno da Noite será na jornada de 20 (vinte) horas semanais, com as vantagens do magistério, para um período de até 12 meses, dentro do ano letivo em curso, cumprindo-se os 200 (duzentos) dias letivos e obedecendo-se aos seguintes critérios:
I – Estar lotado em regência de classe até o limite máximo que complete a jornada de 40 (quarenta horas) semanais;
II – ter registro no Sistema SAPP da existência do espaço físico para desenvolvimento dos Programas e Projetos;
III – possuir habilitação correspondente à natureza do ambiente e do programa ou projeto;
IV – incluir, obrigatoriamente, os projetos no Sistema SAPP para efeito de aprovação nas seguintes etapas:
a) Direção da Escola;
b) Direção de USE/URE;
c) COEM/CTAE/SIEBE/SAEN, sucessivamente;
V – apresentar documento comprobatório de participação em cursos promovidos pelos NTE’s da SEDUC para a lotação no Laboratório de Informática;
VI – ter licenciatura plena em Química, Física ou Biologia e Matemática e apresentar projeto interdisciplinar que objetive o desenvolvimento do pensamento cientifico e atendimento aos alunos com baixo rendimento escolar, para a lotação nos Laboratórios Multidisciplinares, devendo esta ser submetido à aprovação prévia da:
a) Direção da escola e do conselho escolar;
b) URE ou USE;
c) COEM/SAEN.
VII – ter licenciatura plena em Língua Portuguesa, para lotação na sala de leitura;
VIII – Na rede tecnológica, a lotação em projetos ocorrerá ao professor que tiver carga horária em regência de classe, desde que seja realizada via SAPP, no início do ano letivo em período pré-determinado, com prioridade para projetos científicos e de iniciação cientifica, até 20 (vinte) horas semanais, de acordo com a relevância e natureza da atividade, sendo vedada a lotação com carga horária superior a da regência.

§ 1º. O cumprimento das jornadas dos professores em espaços pedagógicos deverá ocorrer da seguinte forma:
I – 20 horas semanais: Cumprirá 3 (três) horas diárias efetivas no espaço pedagógico e 1 ( uma) hora diária de hora atividade;
II – 30 horas semanais: Cumprirá 4:30 (quatro horas e trinta minutos) diárias efetivas no espaço pedagógico e 1:30 ( uma hora e trinta minutos) diária de hora atividade;
III – 40 horas semanais: Cumprirá 6 ( seis) horas diárias efetivas no espaço pedagógico e 2 ( duas horas) diárias de hora atividade;

§ 2º. A lotação do professor em Espaços Pedagógicos será mantida enquanto presentes os requisitos estabelecidos no presente Artigo.

§ 3º. Para o cumprimento do disposto no inciso VI, o professor lotado no laboratório multidisciplinar deverá:
I – participar da discussão do Projeto Político Pedagógico e caso seja escola contemplada com Programa do Ensino Médio Inovador/Programa Jovem de Futuro – ProEMI/PJF deverá participar da elaboração do Projeto de Redesenho Curricular do ProEMI/PJF;
II – trabalhar a Metodologia Jovem Cientista do Projeto Jovem do Futuro.

§ 4º A lotação de professores nos espaços pedagógicos (laboratórios de informática, salas de leituras e laboratórios multidisciplinares) é de grande importância, contudo, quando houver carência de professor em sala de aula, os diretores das unidades escolares poderão, em casos emergenciais, temporariamente, remanejar o professor do espaço pedagógico, para suprir a necessidade dos alunos.

§ 5º A validade do projeto será anual, ficando condicionada a continuidade de lotação no projeto ao preenchimento da disponibilidade de carga horária em regência, capacidade técnica da escola e relatório final no SAPP com laudo e aprovação do diretor da escola.

§ 6º No decorrer do ano letivo, caso o docente não apresente o relatório trimestral no SAPP, perderá automaticamente a carga horária.

§ 7º Nos laboratórios tecnológicos dos cursos técnicos, a lotação de docente deverá ser realizada de acordo com habilitação compatível ao eixo tecnológico e natureza do espaço, com jornada de 20 (vinte) horas semanais, sendo condicionada a lotação em regência no código específico.

§ 8º No laboratório de Informática das escolas que ofertam cursos técnicos será lotado ainda 01 (um) professor responsável pelo laboratório, com jornada de 30 (trinta) horas semanais.

§ 9º Nos espaços pedagógicos das escolas de tempo integral, o professor será lotado com 40 horas semanais, desde que o projeto esteja devidamente registrado, através de processo, não tendo obrigatoriedade do fluxo via sistema SAPP, obedecendo as seguintes etapas de aprovação:
a) Direção da Escola;
b) Direção de USE/URE;
c) COEM/CTAE/SIEBE/SAEN.

Art. 9º A regulamentação de cada projeto e programa ocorrerá por Instrução Normativa específica desde que não se contraponha às regras gerais estabelecidas nesta Portaria.

CAPÍTULO V
DOS PROFESSORES EM ATIVIDADES TÉCNICAS PEDAGÓGICAS

Art. 10. Aos Professores, quando no exercício de atividades técnico-pedagógicas e administrativas nas Unidades Escolares, USE’s, URE’s e SEDUC/Sede, será exigido o cumprimento das seguintes cargas horárias diárias de trabalho: 08 (oito) horas para a jornada de 40 horas semanais ou 06 (seis) horas para a jornada de 30 (trinta) horas semanais e 04 (quatro) horas para a jornada de 20 (vinte) horas semanais, sem as vantagens do magistério.

Parágrafo único. A lotação dos ocupantes de 02 (dois) cargos, sendo 01 (um) de professor e outro de especialista em educação, deverá ser efetivada, no cargo de professor, com a jornada mínima de 20 (vinte) horas semanais e máxima de 30 (trinta) horas semanais, em regência de classe, e, no cargo de especialista em educação, com a jornada semanal de 30 (trinta) horas, desde que a soma das jornadas dos dois vínculos não ultrapasse o limite de 60 (sessenta) horas semanais.

CAPÍTULO VI
DOS PROFESSORES NO CENTRO DE ESTUDO SUPLETIVOS

Art. 11. Os professores que atuam no Centro de Estudos Supletivos, no Ensino Personalizado fundamental e Médio, nos Núcleos Avançados de Ensino Supletivo/NAES e nas Unidades de Ensino Supletivo/UES serão lotados, com a jornada de 20 (vinte) horas semanais, sendo cumpridas em 1 turno com 3 horas diárias ou com a jornada de 40 horas semanais, sendo cumpridas em 2 turnos com 6 horas diárias, não inserida a hora-atividade, com as vantagens do magistério.

CAPÍTULO VII
DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

Art. 12. Na Educação Profissional e Tecnológica, na função de Coordenador de Integração Escola Comunidade, será lotado 01 (um) professor com jornada de 40 (quarenta) horas semanais, sem as vantagens do magistério.

Art. 13. No Estágio Supervisionado dos cursos tecnológicos, será lotado 01 (um) professor com habilitação compatível ao eixo tecnológico do curso, para cada três turmas de alunos, na jornada de 20 (vinte) horas semanais, com as vantagens do magistério.

Art. 14. Na Educação Profissional e Tecnológica, na função de Coordenador de Curso, será lotado 01 (um) professor para cada curso em funcionamento, independente da modalidade na jornada de 20 (vinte) horas semanais, com as vantagens do magistério, mediante comprovação de habilitação no eixo tecnológico do curso.

Art. 15. A lotação de professores nos Projetos Científicos e Iniciação à Pesquisa Científica serão efetivadas com até 20 (vinte) horas semanais, com vantagens do magistério, mediante habilitação no eixo tecnológico e cadastro no SAPP.

CAPÍTULO VIII
DA REMOÇÃO

Art. 16. A remoção de servidores dependerá da anuência dos diretores das escolas envolvidas, das chefias imediatas das Unidades Administrativas da SEDUC, USE’s e URE’s, e da autorização da Coordenadoria de Descentralização, garantindo-se o direito de petição do servidor.

§ 1º A remoção de Professores que estiverem em regência de classe, bem como de Especialista em Educação, só será permitida ao término do período letivo e antes do início do próximo período.

§ 2º A remoção ou lotação do servidor na educação especial deverá ser aprovada pela Coordenação da COEES e pela DEDIC, mediante análise curricular, com comprovada habilitação no Atendimento Educacional Especializado (AEE) e áreas de deficiência, desde que não haja servidor lotado.

§ 3º A remoção ou lotação do servidor no SOME e nas Escolas Tecnológicas deverá ser aprovada pela Coordenação do SOME e da COEP, respectivamente, mediante análise curricular.

§ 4º A solicitação de remoção fora do período estabelecido no caput deste artigo deverá ser acompanhada de justificativa, a qual será analisada pela Coordenação de Descentralização e autorizada pelo Secretário Adjunto de Gestão.

§ 5º A remoção de professores em regência de classe dependerá, além do estabelecido no parágrafo 1º deste artigo, de ter substituto para assumir as turmas na escola de origem e de haver disponibilidade na escola de destino.

§ 6º Não será permitida lotação de servidor em URE/USE diferente da sua situação de lotação atual, sem que haja o ato legal expedido pela Coordenação de Descentralização.

§ 7º A movimentação de servidor municipalizado dar-se-á por meio de solicitação do interessado, anuência dos Secretários Municipais de Educação dos municípios envolvidos e autorização da Coordenação da Municipalização.

CAPÍTULO IX
DA LOTAÇÃO DE GESTORES (USE/URE) DIRETORES E VICE-DIRETORES

Art. 17. A lotação de Diretores de URE’s, Gestores de USE’s, Diretores e Vice-diretores de escolas, será efetivada sem as vantagens do magistério, com a jornada de 40 (quarenta) horas semanais, obedecendo aos seguintes critérios:
I – 01 (um) Diretor para cada Unidade Regional de Educação/URE ou Unidade SEDUC na Escola / USE;
II – 01 (um) Diretor para cada Escola com no mínimo 300 (trezentos) alunos;
III – 01 (um) Diretor para cada Unidade Técnica Educacional de Ensino Especial e Unidades Educacionais Especializadas com no mínimo 70 (setenta) alunos;
IV – 01 (um) Diretor para cada Escola de Ensino Fundamental e Médio, sediada no Interior do Estado, onde o ensino foi municipalizado, parcial ou totalmente, por força do Convênio de Municipalização, independente do número de alunos da Escola;
V – 01 (um) Diretor para cada Escola de Educação Indígena, com o mínimo de 120 (cento e vinte) alunos;
VI – 01 (um) Vice-diretor para cada Escola que funcione em mais de um turno, atendendo acima de 300 (trezentos) alunos;
VII – 02 (dois) Vice-diretores para cada Escola que funcione em dois ou mais turnos, atendendo a mais de 500 (quinhentos) alunos;
VIII – 01 (um) Vice-diretor para cada Unidade Escolar que funcione como Anexo, com o mínimo de 100 (cem) alunos, independente dos turnos de funcionamento;
IX – Nas Unidades Educacionais de Ensino Especial, com um número inferior a 70 (setenta) alunos e de Ensino Regular com número inferior a 150 (cento e cinquenta) alunos, será lotado 01 (um) Professor Responsável, com jornada, de 20 horas semanais, sem as vantagens do magistério;
X – 01 (um) Vice-diretor com jornada de 40 horas semanais para cada escola que funcione em tempo integral.

§ 1º- Para assumir as funções de Diretor e Vice-diretor, o servidor deverá, obedecer aos critérios dispostos no Decreto nº 695/2013.

§ 2º – Os servidores já designados para as funções de Diretor e Vice-diretor deverão atender aos dispostos nos parágrafos 2º e 3º do artigo 2º do citado Decreto nº 695/2013.

§ 3º. Os professores designados para função de Direção e Vice Direção não poderão assumir regência de classe na mesma Escola, salvo nos casos excepcionais, na carência de professor habilitado, com a devida anuência da Coordenadoria da Descentralização.

CAPÍTULO X
DA LOTAÇÃO DO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

Art. 18. A lotação de Especialista em Educação, para uma jornada de 30 (trinta) horas semanais em 01 turno de 06 horas ininterruptas, obedecerá aos seguintes critérios:
I – 01 para cada Unidade Especializada de Educação Especial que atenda o mínimo de 100 (cem) alunos;
II – 02 (dois) para cada escola que atenda de 150 (cento e cinquenta) a 300 (trezentos) alunos, independente dos turnos de funcionamento;
III – 04 (quatro) para cada escola que atenda de 301 (trezentos e um) a 1500 (um mil e quinhentos) alunos;
IV – 06 (seis) para cada escola que atenda mais de 1501 (um mil quinhentos e um) alunos.

Parágrafo único. A lotação do Especialista em Educação, para uma jornada de 40 (quarenta) horas semanais quando deverão ser cumpridas 08 horas diárias, será efetivada de acordo com os seguintes requisitos:
a) ocupar a função de Diretor ou Vice-Diretor de Unidade Escolar;
b) existir vaga comprovada no Sistema de Lotação para Especialista em Educação em outro turno na unidade escolar;
c) estar lotado em escolas com ensino em Tempo Integral;
d) estar lotado em um dos setores administrativos da SEDE/SEDUC, USE’s ou URE’s, mediante solicitação, devidamente fundamentada, da chefia imediata, com aval do Secretário Adjunto de Ensino e de Gestão ou do Secretário de Educação.
e) estar lotado excepcionalmente na carência de Coordenador Comunitário do Programa Mais Educação devidamente autorizado pela NUPPAE/SAEN.

CAPÍTULO XI
DO SECRETÁRIO ESCOLAR

Art. 19. A lotação de Secretário de escola obedecerá aos seguintes critérios:
I – 01 (um) Secretário para cada escola com o mínimo de 150 (cento e cinquenta) alunos;
II – 01 (um) Secretário para cada escola situada em município onde o ensino foi municipalizado, parcial ou totalmente, por força do Convênio de Municipalização, independente do número de alunos da escola;
III – 01 (um) Secretário para cada Unidade Educacional de Ensino Especial, com o mínimo de 70 (setenta) alunos;
IV – 01 (um) Secretário para cada Escola de Educação Indígena, independente do número de alunos;
V – 01(um) Secretário para cada Escola de Educação Profissional e Tecnológica, independente do número de alunos.

Parágrafo único: A habilitação exigida para a lotação de Secretário Escolar observará a seguinte ordem de prioridade:
a) formação específica em nível superior;
b) formação específica em nível médio, ofertada por Instituições autorizadas pelo órgão competente do Sistema de Ensino;
c) Ensino Médio Normal ou equivalente.

CAPITULO XII
DO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO

Art. 20. A lotação de Assistente Administrativo nas Unidades Escolares obedecerá aos seguintes critérios:
I – 01 (um) para unidade escolar com até 500 (quinhentos) alunos, e acima de 500 alunos será distribuído por turnos de funcionamento;
II – 01 (um) para cada turno nas Unidades Técnicas Especializadas;
III – 01 (um), além do previsto nos inciso “I”, para as Escolas Sede onde funciona o Sistema de Organização Modular de Ensino /SOME;
IV – 01 (um) além do previsto nos incisos acima, para atuar no arquivo das Escolas com 500 (quinhentos) ou mais alunos.
V – 01 (um) por turno, nas escolas da Rede Tecnológica, atendendo as peculiaridades da Educação Profissional e Tecnológica.

Parágrafo único: As atividades de que trata este artigo poderão ser desenvolvidas por Professor Assistente PA-A, Escrevente Datilógrafo, Datilógrafo, Auxiliar Administrativo e Auxiliar Operacional.

CAPÍTULO XIII
DA ATIVIDADE DE APOIO OPERACIONAL

Art. 21. A lotação de servidores em Atividade de Apoio Operacional será de acordo com o porte da escola, conforme Anexo I desta Portaria, e obedecerá aos seguintes critérios:

I – Servente:
a) 01 (um) a cada 15 dependências existentes nas unidades escolares, observados os turnos da manhã, tarde e noite;
b) 01 (um) para cada turma de alunos com transtornos globais do desenvolvimento/autismo e deficiências múltiplas, além do previsto na alínea anterior;
c) 01 (um) para cada unidade escolar que funcione exclusivamente com o Sistema de Organização Modular de Ensino/SOME, onde o ensino fundamental estiver municipalizado;
d) 01 (um) por turno de funcionamento para cada Núcleo Avançado de Estudos Supletivos/NAES ou Núcleo de Tecnologia Educacional/NTE, desde que não funcione em unidades escolares;
e) 02 (dois), além do previsto na alínea “a” deste artigo, para unidade escolar que funcione com ensino em tempo integral.

II – Merendeira:
a) 01 (uma) por turno, para cada unidade escolar que atenda até 350 alunos, observando o mesmo parâmetro para intervalos sucessivos.

III – Vigia:
a) 02 (dois) para unidades escolares de pequeno porte incluindo os NTES e os NAES;
b) 04 (quatro) para unidades escolares de médio e grande porte.

Parágrafo único. A jornada de trabalho dos servidores constantes do inciso III deste artigo ocorrerá em escalas de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso.

CAPÍTULO XIV
DAS OUTRAS ESPECIFICIDADES

Art. 22. A lotação de professores nas turmas exclusivamente de dependência de estudos será solicitada anualmente pela direção da escola, através das USE’s e URE’s, e encaminhada à Secretaria Adjunta de Ensino/SAEN, para devida autorização.

Art. 23. Os Professores Bacharéis e os que atuavam nas disciplinas específicas do Curso Médio Normal, que não puderem assumir regência de classe, terão asseguradas suas lotações em atividades técnicas pedagógicas na Unidade Escolar, sem as vantagens do magistério.

Art. 24. Aos professores licenciados para cursos de Especialização, Mestrado ou Doutorado, que estiverem em regência de classe, serão garantidas as vantagens do magistério, respeitando a jornada de trabalho (100, 150 ou 200) em que estiverem inseridos no momento do afastamento, devendo sua lotação ser efetivada na GCVS/CRH.

Art. 25. No Núcleo de Tecnologia Educacional/NTE, os professores serão lotados com jornada de 40 (quarenta) horas semanais para atender dois turnos com 08 horas diárias, observando-se as horas atividades, com as vantagens do magistério, mediante autorização da Coordenadoria de Tecnologia Aplicada a Educação – CTAE e Diretoria de Educação para a Diversidade, Inclusão e Cidadania- DEDIC.

Art. 26. Os professores que desenvolvem suas atividades no SOME, Escolas Tecnológicas e NTE’s serão gerenciados administrativamente pelas direções das unidades escolares onde estão lotados, e tecnicamente, pelas respectivas Coordenações/SAEN.

Art. 27. Nas escolas que funcionam em tempo integral, o professor em regência de classe será lotado com a jornada de 40 (quarenta) horas semanais para atender dois turnos com 8 horas diárias, observando-se a hora atividade.

Art. 28. Aos professores licenciados para mandato classista será garantida a jornada de trabalho que estavam inseridos antes do afastamento.

Art. 29. Na coordenação dos convênios SUSIPE/FASEPA, será lotado um Especialista em Educação ou 01 (um) professor licenciado pleno, com a jornada de 40 (quarenta) horas semanais, sem as vantagens do magistério.

Parágrafo único. A lotação de professor para atender a SUSIPE e FASEPA será efetivada de acordo com o estabelecido no convênio firmado entre essas Instituições e a SEDUC.

Art. 30. Os professores de educação física lotados em regência poderão assumir turma de TD (treinamento desportivo) com 08 (oito) aulas semanais, distribuídas dentro da sua jornada de trabalho, mediante autorização do Núcleo de Esporte Lazer – NEL.

§ 1 º Para que a oferta da disciplina Educação Física ocorra é necessário que cada unidade escolar disponha de espaço físico em condições de uso para desenvolvimento das práticas desportivas, não sendo concebida a sua oferta anual limitando-a ao repasse de conteúdos teóricos no ambiente de sala de aula convencional ou em espaços físicos inapropriados.

§ 2º A lotação de professor na disciplina Educação Física no ensino médio regular noturno poderá ocorrer desde que, obrigatoriamente, a disciplina esteja integrada a proposta pedagógica da escola, sendo facultado ao aluno a sua prática em atendimento ao que dispõe a Lei nº 10.793/2003.

Art. 31. A lotação do professor no Programa PROPAZ será na jornada de 20 (vinte) ou 40 (quarenta) horas semanais, com as vantagens do magistério, não podendo assumir regência de turmas de TD (treinamento desportivo).

Art. 32. As unidades administrativas e escolares somente poderão aceitar servidores para o desempenho de funções ou atividades, quando apresentarem ato legal de posse, designação ou memorando de encaminhamento devidamente assinado pelo gestor da USE, URE ou CODES.

Parágrafo único. O não cumprimento da determinação de que trata o caput deste artigo implicará à chefia da unidade responsabilidade administrativa, civil e penal, na forma da lei.

Art. 33. O servidor com processo de aposentadoria em tramitação, somente após decorridos 91 (noventa e um) dias da data de entrada do pedido no Protocolo da URE, USE ou no Protocolo Geral da SEDUC, e não havendo manifestação quanto ao indeferimento, poderá se afastar de suas funções, comunicando à chefia imediata, que solicitará a lotação do mesmo no código “aguardando aposentadoria”, sendo respeitada a jornada em que se encontrava lotado no momento do afastamento.

Art. 34. O servidor readaptado de função, em caráter temporário ou definitivo, será lotado conforme sua área de formação e de acordo com o interesse da Administração, sem prejuízo da carga horária, respeitadas as condições da readaptação.

Art. 35. O servidor preventivamente afastado em razão de processo administrativo disciplinar deverá ser lotado em afastamento preventivo (PAD), observado o que dispõe o Art. 203 da Lei Estadual n.º 5.810/1994 (RJU).

Art. 36. Aos Diretores de URE’s, Gestores de USE’s, Diretores e Vice-diretores e Secretários de Escolas dispensados da função, ocupantes do cargo de professor, será garantida a lotação com a mesma jornada em que se encontravam lotados no exercício da função, aguardando nova lotação, preferencialmente, em regência de classe.

Art. 37. O servidor cedido a outro órgão, com ônus para a SEDUC, será lotado na CRH, sem as vantagens do magistério, na jornada de 20 (vinte), 30 (trinta) ou 40 (quarenta) horas semanais, observada a jornada em que estava inserido no momento da cessão.

Parágrafo único. O servidor cedido à Prefeitura Municipal, por força de Convênio de Cooperação Técnica de Municipalização do Ensino Fundamental, será lotado conforme as cláusulas do respectivo convênio.

Art. 38. O professor em regência de classe, afastado por motivo de Licença Prêmio (Especial), Licença Maternidade ou Paternidade, Licença Saúde, Licença por Motivo de Doença em Pessoa da Família (Assistência), Readaptação Provisória ou qualquer outra licença prevista em Lei e cujo ônus seja da SEDUC, com prazo de até 06 (seis) meses, terá mantida sua lotação original durante a licença ou readaptação.

Parágrafo único. Caso a licença ou readaptação provisória se estenda por mais de 06 (seis) meses, o professor terá sua lotação no quadro de licenças ou readaptado provisoriamente, com as mesmas vantagens, disponibilizando a vaga para o professor que for assumir a titularidade das turmas.

Art. 39. Os casos omissos serão submetidos à apreciação e decisão do titular da Secretaria de Estado de Educação.

Art. 40. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário, em especial a Portaria n.º 617/2012 – GS.

REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE.
Belém, 27 de fevereiro de 2014.

JOSÉ SEIXAS LOURENÇO
Secretário de Estado de Educação

quinta-feira, 20 de março de 2014

Professor do ensino médio pode aderir a pacto a partir do dia 20

Começa na segunda-feira, 20, a adesão dos professores ao Pacto Nacional pelo
 Fortalecimento do Ensino Médio, que este ano vai oferecer formação continuada
 a educadores de todas as disciplinas. A expectativa do Ministério da Educação
 é ter a adesão dos 495,6 mil docentes do ensino médio que trabalham em 20 mil 
escolas públicas do país.
A adesão dos professores será feita no SisMedio, sistema informatizado de cadastro desenvolvido para atender ao público do pacto. A coordenadora-geral do ensino médio da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Sandra Regina de Oliveira Garcia, afirma que o SisMedio será aberto na segunda-feira, 20. Segundo ela, o professor que aderir à formação será cadastrado pelo diretor da escola.
Cada educador receberá bolsa mensal de R$ 200 para fazer a formação, que será presencial e desenvolvida na própria escola. Para participar, o docente deve atuar em sala de aula e estar registrado no Censo Escolar de 2013.
Este ano, segundo Sandra Garcia, os professores cursarão dois módulos do pacto. O primeiro trata da formação comum a todos, organizada nos núcleos:
• Sujeitos do ensino médio
• Ensino médio
• Currículo
• Organização e gestão do trabalho pedagógico
• Avaliação e áreas de conhecimento
• Integração curricular
No segundo módulo serão abordados conteúdos das áreas do conhecimento, como ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e matemática.
Os conteúdos, desenvolvidos por universidades públicas, serão inseridos nos tablets enviados no ano passado pelo MEC às secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal. Cada secretaria assumiu a responsabilidade de distribuir os tablets aos professores da rede. De acordo com Sandra Garcia, os professores vão destinar seis horas semanais à formação continuada. Serão três horas são de aulas coletivas e três de estudos individuais.
Estados — Para que os professores façam a formação do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio é necessária a adesão das secretarias estaduais de Educação dos estados e do Distrito Federal. Até terça-feira, 14, formalizaram a adesão 22 unidades federativas. A expectativa do MEC, segundo Sandra, é que todas façam a adesão até o fim do mês para possibilitar a participação dos educadores.
A execução do pacto compreende trabalho conjunto. Estão envolvidos o Ministério da Educação, que propôs a ação e vai assegurar as bolsas de estudos e as pesquisas; as secretarias de Educação, responsáveis pelo ensino médio no país, e universidades públicas federais e estaduais. A participação das universidades depende de adesão. Hoje, segundo Sandra Garcia, 80 instituições manifestaram interesse em participar.
Bolsas — Os educadores das instituições de educação superior e das secretarias de Educação e os professores cursistas que fazem parte do pacto receberão bolsas mensais durante todo o período de formação. As bolsas, garantidas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), estão divididas em tipos, conforme as atribuições dos educadores:
• R$ 2 mil para o coordenador-geral da instituição de educação superior
• R$ 1,4 mil para o coordenador-adjunto da instituição de educação superior
• R$ 1,2 mil para o supervisor
• R$ 1,1 mil para o formador da instituição de educação superior
• R$ 1,1 mil para o professor formador regional do pacto nos estados e no Distrito Federal
• R$ 765 para o orientador de estudo
• R$ 200 para o professor cursista e para o coordenador pedagógico.
O Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio foi instituído pela Portaria nº 1.140/2013, publicada noDiário Oficial da União de 9 de dezembro de 2013. Os critérios e normas sobre o pagamento de bolsas de estudos e pesquisa no âmbito do pacto constam da Resolução nº 51/2013, publicada no Diário Oficial da União de 16 de dezembro de 2013.
Ionice Lorenzoni
Palavras-chave: educação básica, ensino médio, formação, pacto

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20141

quinta-feira, 13 de março de 2014

Instituto Unibanco abre 30 mil vagas para cursos a distância

Trinta mil vagas serão abertas para os cursos em Educação a Distância das Metodologias Jovem de Futuro, do Instituto Unibanco. Destinados a professores das escolas parceiras do Programa Ensino Médio Inovador/Jovem de Futuro (ProEMI/JF), os cursos receberão inscrições de 1º a 21 de março, no Sistema de Gestão de Projetos (SGP) (www.sgpiu.org.br), gratuitamente.

As inscrições devem ser feitas pelo diretor da unidade de ensino. Cada escola poderá inscrever até 27 educadores. Cada educador poderá ser inscrito em até três cursos. É necessário que o responsável pela inscrição esteja atento ao número de vagas disponíveis para a sua unidade e para o limite de vagas de cada Metodologia.

Neste semestre, são ofertadas 30 mil vagas para formações de oito Metodologias Pedagógicas e uma de Mobilização e Articulação:

Neste semestre, são ofertadas formações de cinco metodologias pedagógicas e uma de mobilização e articulação, respectivamente: Entendendo o Meio Ambiente Urbano, Entre Jovens/Língua Portuguesa 1º ano, Entre Jovens/Língua Portuguesa 3º ano, Entre Jovens/Matemática 1º ano, Entre Jovens/Matemática 3º ano, Introdução ao Mundo do Trabalho, Jovem Cientista, Valor do Amanhã na Educação e Agente Jovem.

Ao todo, neste ano, serão ofertadas 60 mil vagas para os cinco estados nos quais o ProEMI/JF está implementado: Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Piauí.

Formação – A primeira rodada de formação a distância será realizada entre 7 de abril e 11 de maio. Com duração de 40 horas, está dividida em quatro módulos: panorama da Metodologia; discussão de temas relacionados ao conteúdo da Metodologia; passo a passo para a implementação da Metodologia na escola; e reflexão sobre a prática realizada na unidade de ensino.

A formação acontece no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) do Instituto Unibanco (www.portalinstitutounibanco.org.br), sempre com o acompanhamento de um tutor especializado e a apresentação de conteúdos em vídeo, animações e textos, além da realização de atividades de verificação da aprendizagem.

Ao término de cada curso, o professor poderá avaliar o conteúdo e registrar seus comentários, críticas e sugestões. Na ocasião, também poderá imprimir o seu termo de conclusão, caso tenha finalizado com a frequência mínima de 75%, realizado a Avaliação de Qualidade e alcançado nota superior a 7 na média das atividades avaliativas.

As Metodologias Pedagógicas e de Mobilização e Articulação do Jovem de Futuro são estratégias que, a partir do diagnóstico da realidade da escola, visam, sobretudo, a melhoria do clima na unidade de ensino e da aprendizagem dos estudantes, envolvendo toda a comunidade escolar.


Mais informações

Ceará - 85 4007 1202
Goiás - 62 4007 1202
Mato Grosso do Sul - 67 4007 1202
Pará - 91 4003 6833
Piauí - 86 4003 6833


FONTE: http://www.seduc.pa.gov.br/portal/index.php?action=Destaque.show&iddestaque=2098&idareainteresse=1
prouni
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