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domingo, 26 de junho de 2011

Méritos e preconceitos

Pode-se considerar preparada para fazer suas próprias escolhas de vida e exercer cidadania toda pessoa de presumível maturidade, que domine fundamentos das ciências naturais e sociais, que saiba ler e escrever e que tenha condições operacionais de uso da aritmética. Tal pessoa não terá necessidade de ser guiada por nenhum gênio de plantão e a função do ensino básico é proporcionar aos alunos tais condições; educar também é, e deve ser sempre, libertar.
     O mesmo ocorre nos demais níveis educacionais. Educação pública ou privada custa caro ao país e à sociedade para ser desviada do seu real objetivo. Educação é a verdadeira perspectiva de justiça social para milhões de brasileiros, condição indispensável para o desenvolvimento do país e o acesso à educação superior é o coroamento deste processo.
     O chamado tripé da educação superior é constituído por ensino, pesquisa e extensão. São partes relevantes de algo muito importante: pesquisa, quando feita seriamente, é a garantia do futuro de uma nação; extensão é democracia, a abertura para a comunidade das benesses da universidade. Mas é o ensino que encerra em si quase toda esperança depositada pela sociedade na academia, os recursos gastos, o tempo, o labor, a dedicação dos professores, estudantes e familiares na procura por conhecimento, reconhecimento, empregabilidade e melhoria de vida.
     E para que isso seja alcançado é crucial que se tenha em mente uma palavra, um verdadeiro palavrão para alguns: resultados. É impossível que se faça qualquer coisa em qualquer área ignorando os objetivos que se almeja, e educação, como todas as instituições, deve ser avaliada, fiscalizada, cobrada. Toda a sociedade paga por ela e merece retorno em forma de qualidade, de estudantes bem formados, de um país melhor.
     Há uma enorme resistência quando se fala em avaliar educação, educandos e educadores. Qualquer proposta de analisar métodos e resultados nesta área gera acusações ao proponente de ser “positivista”, “fordista-taylorista” ou coisa pior; de fato, as teorias e métodos de Taylor, Fayol e Ford estão superados, mas tiveram o seu momento e a sua relevância.
     A produção artesanal anterior à 1ª revolução industrial era, talvez, mais “humana”, o trabalhador tinha participação e controle em todas etapas, da obtenção da matéria prima à comercialização, podia dizer que o resultado de seu trabalho era totalmente de sua lavra. Os objetos produzidos eram o que hoje caracterizamos quase como obras de arte, únicos, individuais; o senão era a pequena escala produtiva, que os encarecia e restringia sua posse a poucos privilegiados, não esquecendo que o ingresso nas corporações de artesões seguia protocolos que enrubesceriam até mesmo os mais nepotistas.
     Os processos industriais, como a linha de montagem de Henry Ford, possibilitaram que a maioria de pessoas tivesse acesso a bens de consumo, mais do que em qualquer outro momento da História.
     Embora o mero consumo não traga felicidade, é evidente que o mundo seria mais limpo e silencioso com menos automóveis e que são muitas as injustiças sociais decorrentes da industrialização. Que atire a 1ª pedra quem tiver coragem de dizer isso ao cidadão que finalmente consegue comprar o seu primeiro carro; ou quem puder afirmar que os servos feudais viviam em condições comparáveis às dos trabalhadores modernos.
     Carregamos, é verdade, a má consciência de uma das piores distribuições de renda do Ocidente, e relutamos em adotar melhorias que impliquem em uma atribuição madura de responsabilidades. Em função de um socialismo utópico que nunca conhecemos na prática, adquirimos ojeriza à meritocracia. A ideia de que alguém possa responder por seus atos, ser premiado por seus esforços ou punido por seus erros parece um crime de lesa pátria. A mudança de alguns velhos paradigmas certamente traria benefícios ao processo educacional.
    
 Texto de Wanda Camargo, presidente da Comissão do Processo Seletivo das Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil. E-mail:assessoria@unibrasil.com.br

Divulgado Listão do Parfor- 2011-2

PARFOR

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Emoção na Igreja Santuário Mãe do Perpétuo Socorro com o Padre Antônio Maria

Muita alegria na Missa celebrada pelo Padre Antonio Maria, na Igreja Santuário Mãe do Perpétuo Socorro. No final da Celebração todos os presentes se emocionaram quando o Padre Antonio Maria cantou a canção "Nossa Senhora", de Roberto Carlos, dando uma prévia de como será o show que será realizado logo mais no Ginásio Corolão, as 21 h.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

inscrições para os Níveis Superior e Técnico Subsequente - IFPA Bragança

Estão abertas as inscrições para os Níveis Superior(Tecnologia em Gestão Ambiental) e Técnico Subsequente(Pesca, aquicultura e Hospedagem) do IFPA Campus Bragança , leia os editais e inscreva-se no link:

Informações recebidas por e-mail de 
aninhammoreira@yahoo.com.br

quarta-feira, 15 de junho de 2011

CE João Paulo II realiza 1º simulado 2011

O Centro Educacional João Paulo II realizou na manhã desta quarta-feira (15-06), seu primeiro simulado, envolvendo todos os alunos de 5ª a 8ª séries. No simulado constaram questões de múltipla escolha,de todas as disciplinas. 

Alunos da 6ª série - Turma: Cecilia Meireles

Publicar atividades na web deixa aula mais estimulante

Yannik D´elboux

Imagine como deve ser para um aluno ter seu trabalho feito em sala de aula também disponível na internet para o mundo inteiro ver e ler. A possibilidade de exposição eleva a atividade a um outro patamar de importância. Mas como fazer isso sem ser um especialista em web? A evolução das tecnologias para publicação de conteúdos na internet e leitura pela tela do computador torna a tarefa mais simples do que parece. Existem diversas ferramentas gratuitas para esta finalidade e que podem ser muito mais exploradas pelos professores, fazendo com que os trabalhos dos alunos passem também para o mundo digital. A utilização dos aplicativos não requer muito conhecimento técnico, apenas um pouco de dedicação e tempo para se acostumar com os novos recursos do que também é conhecido como “papel virtual”. Uma das principais vantagens do uso dessas tecnologias nas atividades escolares, na opinião dos docentes entrevistados nesta matéria, é estimular a participação do aluno. Sabendo que o trabalho vai ficar disponível na internet, os estudantes ficam mais motivados e tendem a caprichar mais nos textos e nas pesquisas. Outro benefício é poder compartilhar o resultado de um projeto na escola com os pais e muitas vezes parentes que moram em outras cidades. Os sites www.issuu.com (em inglês) e www.paper4web.com (em português) oferecem as ferramentas mais populares para publicação on-line de diferentes documentos eletrônicos a partir de textos e imagens: livros, revistas, jornais e o que a criatividade do professor mandar. Estas ferramentas colocam o arquivo enviado pelo usuário em formato de leitura digital, ou seja, com o mouse e o teclado do computador é possível “folhear” o documento como se fosse um livro. Os aplicativos também têm recursos de zoom para aumentar o tamanho da página e facilitar a leitura. É importante entender que as ferramentas não fazem a diagramação do conteúdo, servem apenas para armazená-lo e colocá-lo no formato de leitura. O documento será exibido da mesma maneira que foi criado, com exceção de alguns fundos e cores que podem ser acrescentados no Issuu. Se o professor ou aluno quiser produzir um livro ilustrado terá que utilizar outros programas para inserir imagens antes de enviar o arquivo. Para aqueles que dispõem de poucos recursos, criar o documento no Power Point (Microsoft Office) é uma das soluções mais simples. Tanto o Issuu como o Paper4Web disponibilizam um link do documento, ou seja, o endereço eletrônico que os leitores vão usar para encontrá-lo na internet, oferecem a possibilidade de postagem em blogs e sites para facilitar o acesso e incluem o trabalho em suas listas, que entram no sistema de buscas do Google, a não ser que o usuário opte por deixar o arquivo como privado. Nossas Curiosidades A professora Joanirse Ortiz, que dá aulas de Física e Matemática no ensino médio noturno do Instituto Estadual Rui Barbosa, de São Luiz Gonzaga (RS), teve a ideia de usar o “papel virtual” para ilustrar um trabalho dos alunos do 1º ao 3º ano sobre perguntas curiosas que a Física pode responder. O documento foi publicado na rede em julho do ano passado e já teve mais de 500 visualizações. Joanirse conta que os estudantes gostaram muito da experiência e se empenharam pesquisando mais do que geralmente fazem, consultando mais de uma fonte. “Eles cuidam do texto porque sabem que não é apenas a professora que vai olhar.” A educadora também postou o trabalho em seu blog (www.falandoemfisica.blogspot.com) e sugeriu a ideia para a colega virtual de pós-graduação, a professora Maria Elinara Diniz Vieira, da E.M.E.F. Rosalina Diniz de Souza, de Coronel Bicaco (RS), que colocou o projeto em prática com alunos da 6ª série. Contos e poemas O professor português Adão Sousa usa a ferramenta desde 2007 para dar vida aos contos e poemas dos alunos de 5º e 6º ano, com idade entre 10 e 12 anos, em uma escola na cidade de Penafiel, distrito do Porto em Portugal. Ele já publicou mais de 75 documentos dos estudantes. “A utilização deste serviço web 2.0 tem, sem dúvida, um grande potencial, na medida em que, de uma forma muito fácil, os alunos e professores veem os seus escritos ganharem mais vida por meio de um simulacro de livro com características interativas e divulgados na rede mundial com um clique apenas”, destaca o educador que é um entusiasta do uso de tecnologias digitais. Sousa coordena uma equipe de professores que desenvolve um projeto de criação de conteúdos educativos digitais e de utilização de computadores portáteis em sala de aula (www.penafielsul.com/navegar). Segundo ele, esta iniciativa também recebe muitas visitas de educadores brasileiros. Apostilas de revisão Para facilitar a vida dos alunos, o professor Dionisio Sá utiliza a tecnologia para publicar on-line apostilas com diferentes conteúdos de Matemática, principalmente revisões antes das provas. O objetivo do educador é deixar o material disponível para o aluno. Ele também divulga as apostilas em seu blogwww.matematicafina.com. “Quando não coloco o conteúdo, os alunos cobram, eles ficam habituados”, comenta o docente que dá aulas nos colégios Moderno e Santo Antônio, da rede privada, e nas escolas estaduais de ensino médio e fundamental Tiradentes e Dr. Freitas, de Belém (PA). Jornal da escola O jornal do colégio Piaget, de São Paulo (SP), começou com um projeto em sala de aula para alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, mas a publicação cresceu tanto que hoje é o principal veículo de divulgação do que acontece na escola e há três anos passou a ser também virtual. O Jornal Planeta Piaget, segundo a coordenadora pedagógica Silvana Franco, é um espaço aberto para a participação dos alunos, pais, professores e da diretoria do colégio. “Vejo um crescimento, uma evolução na escrita dos alunos”, ressalta a coordenadora sobre os benefícios do projeto. Reportagem divulgada na Profissão Mestre de maio de 2010. 


Yannik D´Elboux é repórter das revistas Profissão Mestre e Gestão Educacional. E-mail: yannik@humanaeditorial.com.br

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Em Bragança - coleta seletiva se aprende na escola

Os alunos e professores do Centro Educacional João Paulo II, também participaram do Seminário Bragança e Meio Ambiente, eles produziram uma cartilha sobre a coleta seletiva do lixo, em forma de cordel.








domingo, 5 de junho de 2011

Brasileiros criticam Código Florestal em carta na “Science”


Pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista) publicaram na última edição da revista especializada “Science” uma carta sobre os impactos do novo Código Florestal para a preservação das comunidades de anfíbios.
De acordo com os cientistas, mesmo os pequenos fragmentos de matas ciliares ou das propriedades rurais são importantes para a biodiversidade desses animais.
Essas áreas oferecem, além de refúgio, corredores de dispersão que ligam regiões importantes para a busca de alimentos e reprodução.
Qualquer alteração que se traduza em redução de vegetação nativa pode gerar perdas de espécies, homogeneização da fauna e diminuição das populações.
“Pretendemos estimular um conjunto de reflexões integrando ecologia, sociedade e políticas públicas”, disse à Folha um dos autores do documento, o biólogo Fernando da Silva, da Unesp de São José do Rio Preto.
A ideia, de acordo com Silva, é informar os cidadãos “e estimulá-los a pensar e agir sobre problemas ambientais com base em dados científicos, e não em especulações”.
O novo Código Florestal foi votado e aprovado no último dia 25 pela Câmara e o texto segue para avaliação do Senado.
Alterações - O texto prevê, entre outras mudanças em relação ao vigente, o fim da proteção à mata nativa em pequenas propriedades rurais e a diminuição da mata ciliar. Ele ainda tem de ser aprovado no Senado antes de entrar em vigor.
Para os autores da carta, essas medidas levam a uma maior fragmentação ambiental, colocando os animais sob risco de perder sua diversidade genética, já que terão dificuldade de achar parceiros com bom nível de diferenças genéticas, por estar isolados.
Os cientistas lembram também que a regulação da qualidade das águas, a polinização de lavouras e o controle de pragas são serviços gratuitamente fornecidos pela vegetação natural.
Com a diminuição das matas, muitos desses serviços seriam perdidos, prejudicando a todos, argumentam. De acordo com os cientistas consultados, a repercussão internacional da carta está sendo bastante “positiva”.(Fonte: Marco Varella/ Folha.com)

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Governo alemão anuncia o fechamento de suas usinas nucleares até 2022

A Alemanha irá desativar todos os seus reatores nucleares em funcionamento até o ano de 2022, anunciou na madrugada desta segunda-feira o Ministério do Meio Ambiente alemão.
Dos 17 reatores existentes no país, oito --os mais antigos-- já estão parados por decisão do governo e não serão mais reativados, disse o ministro Norbert Röttgen.
Entre os outros nove, seis deverão ficar fora de serviço até o final de 2021 e três --os mais recentes-- funcionarão no mais tardar até o final de 2022, afirmou Röttgen, que qualificou a decisão de "irreversível".
O anúncio do ministro ocorreu após uma longa sessão de negociações dentro da coalizão governamental encabeçada pela chanceler Angela Merkel iniciada na tarde de domingo.
A Alemanha deve, dessa forma, encontrar até o final de 2022 uma forma de cobrir os 22% de suas necessidades energéticas, geradas atualmente pelas usinas nucleares.
A decisão do governo alemão surge após Merkel ter estabelecido uma comissão de ética para analisar a produção de energia nuclear no país em reação ao desastre ocorrido na central japonesa de Fukushima Daiichi no início de março
A decisão dos partidos da coalizão dirigida por Merkel supõe um retorno à decisão tomada no ano de 2000 pela então coalizão de social-democratas e verdes comandada por Gerhard Schröeder que tinha aprovado por lei o fim da era nuclear em 2021.
Merkel e sua equipe se retratam assim da lei que aprovaram no ano passado para prolongar a vida das usinas nucleares em uma média de 14 anos e que atrasava para 2036 o fechamento da última usina atômica no país.