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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Dificuldades na utilização da cartografia nas aulas de Geografia

Um dos grandes desafios da Geografia Escolar é o desenvolvimento de atividades onde sejam desenvolvidas o uso da cartografia.
Muitos professores “preferem” camuflar o uso e confecção de mapas manuseando apenas aqueles que já estão impressos nos manuais didáticos.
Para aqueles que querem “dicas” de como trabalhar a cartografia em sala de aulas, vale a pena conferir os conteúdos sugeridos nos sites abaixo:

Texto 01- Cartografia na Escola
Disponível em: http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2003/ce/tetxt2.htm


Texto 02 – A Alfabetização cartográfica nas séries iniciais
Disponível em: http://www.ufpel.tche.br/cic/2007/cd/pdf/CH/CH_00541.pdf


Texto 03 – A cartografia e a interdisciplinaridade na educação de jovens e adultos
Disponível em: http://proex.reitoria.unesp.br/congressos/Congressos/2__Congresso/Educa__o/Educ69.htm


Texto 04 - Balanço final:"Como ensinar cartografia nas aulas de geografia?"

Disponível em: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/suavoz/0028.html

Texto 05 - Cartografia – Coordenada UTM em aulas de Geografia

Dísponível em: http://cartografiaescolar.wordpress.com/coordenada-utm/

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A importância da formação contínua

O professor e sua evolução profissional
Quando se refere à formação continuada, são enfatizados os seguintes aspectos do profissional: a formação, a profissão, a avaliação e as competências que cabem ao profissional.
O educador que está sempre em busca de uma formação contínua, bem como a evolução de suas competências tende a ampliar o seu campo de trabalho.
Segundo o estudioso Philippe Perrenoud, a formação profissional contínua se organiza em determinadas áreas prioritárias. Dentre elas estão as competências básicas que cabem ao educador. Refere - se como áreas de competências, devido cada uma delas abordar várias competências. Veja as dez grandes áreas de competências segundo Perrenoud:
Competências de referência
Competências mais específicas a serem trabalhadas em formação contínua (exemplos)
1. Organizar e animar situações de aprendizagem

• Conhecer, em uma determinada disciplina, os conteúdos a ensinar e sua tradução em objetivos de aprendizagem.

• Trabalhar a partir das representações dos alunos.

• Trabalhar a partir dos erros e obstáculos à aprendizagem.

• Construir e planejar dispositivos e seqüências didáticas.

• Comprometer os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento.
2. Gerir a progressão das aprendizagens • Conceber e gerir situações-problema ajustadas aos níveis e possibilidades dos alunos.

• Adquirir uma visão longitudinal dos objetivos do ensino primário.

• Estabelecer laços com teorias subjacentes às atividades de aprendizagem.

• Observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, segundo uma abordagem formativa.

• Estabelecer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão.
3. Conceber e fazer evoluir dispositivos de diferenciação • Gerir a heterogeneidade dentro de uma classe.

• Ampliar a gestão da classe para um espaço mais vasto.

• Praticar o apoio integrado, trabalhar com alunos em grande dificuldade.

• Desenvolver a cooperação entre alunos e certas formas simples de ensino mútuo.
4. Implicar os alunos em sua aprendizagem e em seu trabalho • Suscitar o desejo de aprender, explicitar a relação com os conhecimentos, o sentido do trabalho escolar e desenvolver a capacidade de auto-avaliação na criança.

• Instituir e fazer funcionar um conselho de alunos (conselho de classe ou da escola) e negociar com os alunos diversos tipos de regras e contratos.
• Oferecer atividades de formação opcionais, a La carte.

• Favorecer a definição de um projeto pessoal do aluno.
5. Trabalhar em equipe • Elaborar um projeto de equipe, representações comuns.

• Animar um grupo de trabalho, conduzir reuniões.
• Formar e renovar uma equipe pedagógica.

• Confrontar e analisar juntos situações complexas, práticas e problemas profissionais.

• Administrar crises ou conflitos entre pessoas.


6. Participar da gestão da escola • Elaborar, negociar um projeto da escola.

• Gerir os recursos da escola.

• Coordenar, animar uma escola com todos os parceiros (bairro, associações de pais, professores de língua e cultura de origem).

• Organizar e fazer evoluir, dentro da escola, a participação dos alunos.


7. Informar e implicar os pais • Animar reuniões de informação e de debate.

• Conduzir entrevistas.

• Implicar os pais na valorização da construção dos conhecimentos.


8. Utilizar tecnologias novas • Utilizar softwares de edição de documentos.

• Explorar as potencialidades didáticas dos softwares em relação aos objetivos das áreas de ensino.

• Promover a comunicação à distância através da telemática.

• Utilizar instrumentos multimídia no ensino.


9. Enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão

• Prevenir a violência na escola e na cidade.

• Lutar contra os preconceitos e as discriminações sexuais, étnicas e sociais.

• Participar da implantação de regras da vida comum envolvendo a disciplina na escola, as sanções e a apreciação de condutas.

• Analisar a relação pedagógica, a autoridade, a comunicação em classe.

• Desenvolver o sentido de responsabilidade, a solidariedade e o sentimento de justiça.


10. Gerir sua própria formação contínua

• Saber explicitar as próprias práticas

• Estabelecer seu próprio balanço de competências e seu programa pessoal de formação contínua.

• Negociar um projeto de formação comum com colegas (equipe, escola, rede).

• Envolver-se nas tarefas na escala de um tipo de ensino ou do DIP.

• Acolher e participar da formação dos colegas.

Sugere-se que cada educador tenha consciência do nível de competências em que se encontra, realizando uma auto avaliação, o que irá resultar em uma grande evolução na sua função como educador.

Disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/educacao/a-importancia-formacao-continua.htm