Seja Bem Vindo

Este Blog foi criado com o objetivo de possibilitar uma maior interação entre minhas atividades e àqueles que por elas se interessarem.
Espero que gostem.
Antecipo meus agradecimentos e não esqueça de deixar seu comentário.
Sugestões pelo e-mail.
Obrigado pela visita.

sábado, 29 de agosto de 2009

Sobre Bragança


Bragança é uma das mais antigas cidades do Pará, com mais de 370 anos de história. Situada às margens do rio Caeté (que significa "mato bom", em tupi), era habitado inicialmente por índios Tupinambás. Antes da fundação de Belém, em 1614, foi erguido, nas terras de Bragança, o forte do Caeté. No século XVII, mais precisamente em 1622, a área foi doada por Felipe III, da Espanha, a Gaspar de Souza, Governador Geral do Brasil. Anos depois, em 1634, o filho de Gaspar de Sousa, Álvaro de Souza, fundou ali, à margem direita do rio Caeté, o que seria o primeiro povoado de Bragança. Um dos fatos mais importantes da história do município é a inauguração, em 1908, da Estrada de Ferro Belém-Bragança, desativada em 1965. A economia baseia-se na agricultura, na pesca e no turismo. Suas principais atrações são o patrimônio histórico, a festa da marujada, que ocorre desde 1798, a praia oceânica de Ajuruteua, os extensos manguezais e a ilha de Canelas, onde encontra-se o maior ninhal de guarás do planeta.

fonte: http://fotolog.terra.com.br/emocoesviagens:271

Por que Estudar a Geografia

ESTUDAR GEOGRAFIA é a forma de compreendermos o mundo em que vivemos. Por meio desse estudo, podemos entender melhor tanto o local em que moramos - seja uma cidade, seja uma área rural - quanto o nosso país, assim como os demais países da superfície terrestre. O campo de preocupação da geografia é o espaço da sociedade humana, onde os homens e as mulheres vivem e, ao mesmo tempo produzem modificações que o (re) constroem permanentemente. Indústria, cidades, agricultura, rios, solos; climas, populações: todos esses elementos - além de outros ­constituem o espaço geográfico, isto é, o meio ou a realidade material onde a humanidade vive e do qual ela própria é parte integrante. 
Tudo nesse espaço depende do ser humano e da natureza. Esta última é a fonte primeira de todo o mundo real. A água, a madeira, o petróleo, o ferro, o cimento e todas as outras coisas que existem nada mais são que aspectos da natureza. Mas o ser humano reelabora esses elementos naturais ao fabricar os plásticos a partir do petróleo, ao represar rios e construir usinas hidrelétricas, ao aterrar pântanos e edificar cidades, ao inventar velozes aviões para encurtar as distâncias. Assim, o espaço geográfico não é apenas o local de moradia da sociedade humana. mas principalmente uma realidade que é a cada momento (re) construída pela atividade do ser humano. 
As modificações que a sociedade humana produz em seu espaço são hoje mais intensas que no passado. Tudo o que nos rodeia se transforma rapidamente. Com a interligação entre todas as partes do globo, com o desenvolvimento dos transportes e das comunicações, passa a existir um mundo cada vez mais unitário. Pode-se dizer que, em nosso planeta, há uma única sociedade humana, embora seja, uma sociedade plena de desigualdades e diversidades. Os "mundos" ou sociedades isoladas, que viviam sem manter relações como restante da humanidade, cederam lugar ao espaço global da sociedade moderna.
Na atualidade, não existe nenhum país que não dependa dos demais, seja para o suprimento de parte das suas necessidades materiais, seja, pela internacionalização da tecnologia, da arte, dos valores, da cultura afinal. Uma guerra civil, forte geadas com perdas agrícolas, a construção de um novo tipo de computador, a descoberta de enormes jazidas petrolíferas, enfim, um acontecimento importante que ocorra numa parte qualquer da superfície terrestre provoca repercussões em todo o conjunto do globo. Muito do que acontece em áreas distantes acaba nos afetando de uma forma ou de outra, mesmo que não tenhamos consciência disso. Não vivemos mais em aldeias relativamente independentes, como nossos antepassados longínquos, mas num mundo interdependente e no qual as transformações se sucedem numa velocidade acelerada. 
Para nos posicionarmos inteligentemente em relação a este mundo temos de conhecê-lo bem. Para nele vivemos de forma consciente e crítica, devemos estudar os seus fundamento, desvendar os seus mecanismos. Ser cidadão pleno em nossa época significa antes de tudo estar integrado criticamente na sociedade participando ativamente de suas transformações. Para isso, devemos refletir sobre o nosso mundo, compreendendo-o do âmbito local até os âmbitos nacional e planetário. E A GEOGRAFIA É UM INSTRUMENTO INDISPENSÁVEL PARA EMPREENDERMOS ESSA REFLEXÃO, REFLEXÃO QUE DEVE SER A BASE DE NOSSA ATUAÇÃO NO MUNDO. (VESENTINI, J. Willian. Sociedade e Espaço. Atica. 2000. 3ed. 343p.)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Fale sempre com o coração cheio de amor (Para refletir)

Fale sempre com o coração cheio de amor

Saiba falar, viu? Pare de ficar ferindo as pessoas com o seu tom de voz e com a sua impulsividade.

Você sabe falar? A pergunta é pra saber se, na sua vida diária, você fala ?conscientemente?. Você tem sempre em mente o fato de que qualquer coisa que diga tem o poder de afetar positiva ou negativamente às pessoas? A maneira como você diz as coisas é tão importante quanto o que diz, e às vezes, muito mais, sabia?

Tem pessoas que se orgulham de serem inteiramente francas, de sempre dizerem exatamente o que pensam, descobrem, mais cedo ou mais tarde, que isto prejudicou seus relacionamentos.

Há ocasiões sim em que uma atitude franca, sem rodeios e firme seja necessária. No entanto, o bom relacionamento com outras pessoas requer uma atitude cuidadosa. Às vezes calar é melhor, viu?

Fique atendo quando começar a falar com emoção. Pare e pense, por um momento, na importância das palavras, viu? Uma língua afiada é a única ferramenta cortante que se amola com o uso. Afinal uma palavra é muito mais que um signo ou um símbolo. A palavra é uma espécie de imã, carregada como uma pilha pela energia da idéia expressa por ela.

Uma simples palavra de apoio é suficiente para renovar as energias de alguém que está desanimado! Sabe por que? Porque as palavras sempre chegam carregadas de energia! E é por isso que são tão perigosas também. A energia das palavras é poderosa e pode ser negativa ou positiva!

De qualquer modo, em qualquer caso, para dizer seja lá o que for, há uma regra que não falha nunca: Fale sempre com o coração cheio de amor! E nunca deixe de dizer alguma coisa, que, na sua opinião, possa fazer diferença na vida do outro, tá? Peça a Deus para tornar suas palavras graciosas, doces, justas e ternas!

A mãe da gente é especialista nisso, né? Sempre diz as coisas certas, do jeito certo e na hora certa!

Bom dia! Bom Divertimento! Uma ótima semana! Uma feliz segunda-feira!

Tenha sempre palavras doces em sua boca. Pode ser que você tenha que engolí-las"


Fonte: www.sabedoriadosmestres.com.br

terça-feira, 18 de agosto de 2009

O rádio e a Escola (enquete)

A Educação tem nos últimos anos procurado incorporar novas tecnologias ao acervo de ferramentas pedagógicas com o objetivo de transformar os ambientes escolares em lugares atrativos, agradáveis e “plugados”, em seu próprio tempo.
Diante de tantos esforços, tem-se procurado, sobretudo, dar uma importância significativa ao uso das NTIC’s, em especial a Internet e suas múltiplas interfaces. No entanto, apesar de tudo que vem sendo feito esqueceu-se dos tradicionais meios de comunicação de massa como a televisão e, principalmente, o rádio.
Apesar de ter sido amplamente utilizado como ferramenta pedagógica nos anos 60 e 70, aqui no Brasil, o rádio foi sendo deixado de lado e hoje o seu grande potencial não é explorado pela Educação.
A seguir temos um panorama sobre esta discussão, apresentado o resultado de uma enquete realizada com alunos e professores da EEFM Luiz Paulino Mártires, onde obtivemos os seguintes resultados:

1) Com que freqüência ouço rádio?
A – diariamente 33,3%
B – de vez em quando 49,1%
C – raramente 17,6%

2) Quando ouço rádio eu.....
A – concentro-me nesta atividade 31,4%
B – tento ouvi-lo enquanto faço outras coisas 54,9%
C – ligo e deixo sem prestar muita atenção 13,7%

3) quando ouço rádio, em que estou interessado?
A – educação (cursos) 15,6%
B – informação (notícias) 45,2%
C – diversão (músicas, humor) 39,2%

4) Em minha escola existem oportunidades para se ouvir o rádio?
A – quase sempre 13,6%
B – eventualmente 27,6%
C – raramente ou nunca 58,8%

5) Dentro de um projeto pedagógico, na minha opinião, o rádio pode ajudar....
A – muito 74,4%
B – um pouco 25,6%
C – nada ----